segunda-feira, 30 de novembro de 2009



"A aids não é mortal. Mortal somos todos nós."
Herbert de Souza, o Betinho.



Transformar o 1º de dezembro em Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi uma decisão da Assembléia Mundial de Saúde, em outubro de 1987, com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU. A data serve para reforçar a solidariedade, a tolerância, a compaixão e a compreensão com as pessoas infectadas pelo HIV/aids. A escolha dessa data seguiu critérios próprios das Nações Unidas. No Brasil, a data passou a ser adotada, a partir de 1988, por uma portaria assinada pelo Ministério da Saúde.

Por que o laço vermelho como símbolo?
O laço vermelho é visto como símbolo de solidariedade e de comprometimento na luta contra a aids. O projeto do laço foi criado, em 1991, pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de New York, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids.
O laço vermelho foi escolhido por causa de sua ligação ao sangue e à idéia de paixão, afirma Frank Moore, do grupo Visual Aids, e foi inspirado no laço amarelo que honrava os soldados americanos na Guerra do Golfo.
Foi usado publicamente, pela primeira vez, pelo ator Jeremy Irons, na cerimônia de entrega do prêmio Tony Awards, em 1991. Ele se tornou símbolo popular entre as celebridades em cerimônias de entrega de outros prêmios e virou moda. Por causa de sua popularidade, alguns ativistas ficaram preocupados com a possibilidade de o laço se tornar apenas um instrumento de marketing e perdesse sua força, seu significado. Entretanto, a imagem do laço continua sendo um forte símbolo na luta contra a aids, reforçando a necessidade de ações e pesquisas sobre a epidemia.


As atividades desenvolvidas nesse dia visam divulgar mensagens de esperança, solidariedade, prevenção e incentivar novos compromissos com essa luta. A iniciativa foi referendada pelo Sistema das Nações Unidas, por meio da Assembléia Mundial de Saúde, e tem o apoio dos governos e organizações da sociedade civil de todos os países. A cada ano, a OMS elege a população/grupo social que registra o maior crescimento da incidência de casos de HIV/aids e define para uma campanha com ações de impacto e sensibilização sobre a questão.

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sábado, 28 de novembro de 2009


Nos dias 12 e 13 de novembro, os professores Moacir Nunes da Silva e Daniela França Santana, formadores de Matemática e Língua Portuguesa respectivamente, participaram do 3º Encontro de Acompanhamento do Programa GESTAR II nas dependências da UNAES em Campo Grande. Durante o Encontro, foram apresentados os resultados das oficinas realizadas nos encontros presenciais no decorrer do ano de 2009, bem como vídeos e relatos da execução de projetos interdisciplinares orientados pelos professores cursistas e realizados pelos alunos.

Em Anastácio, as escolas municipais que participaram do Programa GESTAR II são: Novo Progresso, Km 21, Colônia Paulista, Afonso Paim e Jardim Independência.

O Encontro de Acompanhamento, foi mediado pelos professores da Universidade de Brasília e marcado por trocas de experiências e conhecimentos da realidade educacional de vários municípios de Mato Grosso do Sul.


"A leitura do mundo precede a leitura das palavras."
(PAULO FREIRE)



OLHA AS GESTALEIRAS ANASTACIANAS.

Tenho certeza que crescemos e muito esse ano, cursistas, professoras, amigas, aprendemos umas com as outras.

Alegrias, conhecimentos, determinismo, dedicação, responsabilidades, dúvidas, certezas, incertezas, transformações, amizades, estudo, cansaço, satisfação, aprendizado...TUDO ISSO FOI O GESTAR... NO SENTIDO MAIS REAL: VIDA.

Obrigada meninas, sem vocês o GESTAR não aconteceria.
Preparei tudo com muita dedicação e responsabilidade, pensando sempre em melhorar a educação principalmente a anastaciana.

"A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida."
John Dewey